terça-feira, 3 de janeiro de 2012
sábado, 1 de outubro de 2011
um dia eu vou-te amar
Um dia eu vou-te amar
Vou apertar-te em meus braços
Vou sentir teu corpo vibrar
Do desejo do querer
Sim um dia eu vou-te amar
... Vou sentir teu corpo molhado
Do desejo endiabrado
Senti-lo bem musculado
Por desejo de me ter
Sim um dia eu vou-te amar.
E no momento de te ter
Iremos ambos viver
Momentos de saborosa loucura
De volúpia de prazer
Um dia te irei amar
E nesse preciso momento
Saberei o que é viver.
jluis
Vou apertar-te em meus braços
Vou sentir teu corpo vibrar
Do desejo do querer
Sim um dia eu vou-te amar
... Vou sentir teu corpo molhado
Do desejo endiabrado
Senti-lo bem musculado
Por desejo de me ter
Sim um dia eu vou-te amar.
E no momento de te ter
Iremos ambos viver
Momentos de saborosa loucura
De volúpia de prazer
Um dia te irei amar
E nesse preciso momento
Saberei o que é viver.
jluis
A estrada da amizade
Quando um dia me chamares
E eu te não responder
Vai sem te preocupares
Eu voltarei para te ver
Toda a estrada tem limite
Mesmo sendo virtual
É essa que aqui nos une
E aqui ninguém nos pune
Por ser estrada universal
É a estrada da amizade
Com algumas bifurcações
Que quando se segue por outra
Saímos então da rota
E acontecem as confusões
Fazemos então marcha-atrás
Procurando a entrada
Falando cantando e rindo
Retomamos a nossa estrada
Mas
E eu te não responder
Vai sem te preocupares
Eu voltarei para te ver
Toda a estrada tem limite
Mesmo sendo virtual
É essa que aqui nos une
E aqui ninguém nos pune
Por ser estrada universal
É a estrada da amizade
Com algumas bifurcações
Que quando se segue por outra
Saímos então da rota
E acontecem as confusões
Fazemos então marcha-atrás
Procurando a entrada
Falando cantando e rindo
Retomamos a nossa estrada
Mas
Se acaso eu me perder
Entrando por outra estrada
Não te importes com o que aconteceu
A amizade não morreu
Sai com hora marcada
E ai se me chamares
E eu te não vou responder
Segue ao longo dessa estrada
Que eu voltarei para te ver.
Sempre
Jluis
Entrando por outra estrada
Não te importes com o que aconteceu
A amizade não morreu
Sai com hora marcada
E ai se me chamares
E eu te não vou responder
Segue ao longo dessa estrada
Que eu voltarei para te ver.
Sempre
Jluis
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Estou Só
Sinto-me só
No meio deste mar de gente
Que passa assim de repente
Sem ter tempo para parar
Nesta correria da vida
Que dela se não saboreia o gosto
Me deixa agoniado
De todo desapaixonado
Fico mesmo mal disposto
Porque se não para um instante?
Olhar o menino descalço
Com um naco de pão na mão
Com sua mãe de roupagem esfarrapada
Que assim de mão estendida
Ela que tanto valoriza a vida
Com alguma esperança sofrida
Por em casa não ter nada
Simplesmente pede pão
Olhar o velho que passa
Com corcunda bem visível
Manquejando pelos anos
Ele que viveu os desenganos
Da sua história de vida
Simplesmente diz
Esta vida está uma desgraça.
Mas ninguém parou para o ouvir
Nele sequer nele alguém repara
Simplesmente da vida se diz
Que a cada dia está mais cara
São os lamentos constantes
Sabendo que não são ouvidos
Dizem-se só por dizer
Mas serão sempre repetidos
Parem, escutem e olhem
O mundo que vos rodeia
Nele está a solução
Da vida que tanto anseia
Ser vivida com razão.
Olhai o velho que passa
Olhai o menino descalço
E a mulher que pede pão.
Jluis
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Sou Feliz
Sou Feliz:
Quantas vezes fui feliz olhando o sorriso de minha mãe
Feliz com uma guloseima qualquer
Com o correr atrás da bola, e quantas pelo sorriso dos meus professores,
Pelo beijo que eu dei, pela namorada que encontrei.
Pela mulher com quem casei e pela minha pequenada.
Pelos amigos que ganhei.
Sou feliz por um pouquinho de nada.
A felicidade acontece pelo óptimismo com que se olha a vida
A felicidade está em nós
Sê feliz fazendo feliz quem te rodeia
Sê feliz hoje e sempre
Jluis
sábado, 23 de julho de 2011
Corro pela areia molhada
Batida pelas ondas
Que de quando em quando
Me causam desequilíbrio
Ao baterem nos meu pés
Mas a agradável sensação de frescura
Motiva-me a continuar
Salpico veraneantes que receosos
Da água fria teimam em não se aventurar
A entrar no mar.
Riu-me baixinho pelos gritos
Provocados pelos salpicos do meu passear
O tempo vai ficando fresco
Já se vêem algumas pessoas a sair
Outras já embrulhadas nas suas toalhas
Mas também já prontas a partir
E eu sem sequer me preocupar
Continuo na minha jornada
Sem tempo para parar
Embriagado pela frescura
Da brisa marinha
E pela sensação de liberdade
E do som da cadência das ondas do mar.
Torna assim tão leve e agradável
O meu passear neste fim de terra
E inicio do mar.
Jluis
sábado, 25 de junho de 2011
A tua imagem
Como é bela a tua imagem
De corpo bonito a gostoso
Pendente do que há-de vir
Queria estar em ti e não sair
Para então poder descobrir
O quanto é bom o teu corpo jeitoso
Transpirar de intenso prazer
Ser assim como quero e penso
Ser guloso eu te ter
Para então poder dizer
Como é bom possuir o teu corpo gostoso
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